A Livraria Saraiva e o Grupo Editorial Record estão promovendo o Segundo Literatura Policial, encontro criado para amantes desse gênero literário. O evento, assim como o primeiro, será um grande bate-papo e terá como livro de discussão 'Olhos de Falcão', o arrebatador romance de estreia de Alex Barclay, lançado pela Bertrand Brasil.
Além do debate, haverá distribuição de brindes, realização de quiz e muito bate-papo solto sobre literatura policial e de aventura! E o melhor: É DE GRAÇA!!
Não deixem de ir e de divulgar! É uma ótima chance de debater sobre seus livros favoritos com quem também ama romances noir, policiais etc., de fazer amigos e aprender mais ainda sobre esse universo maravilhoso do livro policial.
ps: clique na imagem para ampliá-la
Dia 19 de junho, sábado, às 15h. Saraiva do Shopping Rio Sul, Rio de Janeiro
Informações e dúvidas: divulgacao.bertrand@gmail.com
Leon Garber, um general de três estrelas, já comandou dezenas de milhares de homens em seu país. Hoje, aposentado, possui um perfil no orkut, no facebook e no twitter. Todo o seu empenho ao adentrar nessas redes sociais tem o intuito de divulgar um de seus maiores orgulhos em toda a sua carreira: ter sido oficial comandante de Jack Reacher.
Garber nos leva ao universo desse misterioso e fascinante herói, ex- tenente da polícia do exército, que roda pelos Estados Unidos carregando nada além de uma escova de dentes e todo o seu treinamento militar.
Conheça mais a respeito do General Garber e de Jack Reacher em:
Olá. Hoje queremos divulgar uma promoção bem legal que está sendo realizada por um site parceiro!
O Sherlock Holmes Brasil, juntamente com a Editora Bertrand Brasil, está promovendo o 1º Concurso Cultural "Melhor Conto Policial".
Para participar, basta postar na página um mini-conto policial de sua autoria. Segundo o site o conto é livre: não precisa necessariamente se passar no universo sherlockiano nem naquela época.
Aquele que enviar a melhor história até o dia 30/06/2010 receberá em casa o mais aguardado lançamento policial da Ed. Bertrand Brasil, 'Olhos de Falcão', de Alex Barclay.
O endereço é: http://www.sherlockbrasil.com/forum/viewtopic.php?t=701
Hoje resolvemos falar de um outro livro eletrizante de Mary Higgins Clark, autora de vários thrillers sensacionais publicados pela Ed. Record no Brasil como: 'O Caso das rosas fatais'; Vejo vocês em breve'; 'Onde estão as crianças?'; 'Perigo no hospital'; 'Um Presente de Natal'; 'Noite Feliz'; 'A Filhinha do papai'; 'Na Rua em que você mora'; 'Lar doce lar' e 'Alguém espia nas trevas', entre outros títulos.
'Enquanto minha querida dorme' foi lançado no ano passado pelo selo Bestbolso e está à venda por apenas R$ 17,90.
Uma história sobre morte e intriga na alta costura. Tudo começa quando Neeve Kearny, filha do ex-comissário de polícia Myles e dona de uma butique chique na Madison Avenue, tenta descobrir quem é o assassino da famosa escritora Ethel Lambston, uma das melhores clientes de Neeve. Ethel aparece com a garganta cortada pouco tempo antes de lançar um livro de fofocas sobre o mundo da moda. Na lista dos suspeitos estão o sobrinho de Ethel, o ex-marido e um conhecido estilista. A vida de Neeve vira então um tormento: o assassino passa a querer eliminá-la também.
“Clark conquista o leitor na primeira página.” USA Today
“Ricamente povoado de personagens fascinantes, Enquanto minha querida dorme possui ritmo, romance, altas doses de suspense e todo o magnetismo que transformou Mary Higgins Clark em uma das mais populares escritoras norte-americanas.” Mystery News
Três garotos resolvem assaltar um minimercado. O que para eles parecia simples dá errado e acaba terminando num sequestro, com consequências imprevisíveis.
Tudo que Dennis pretende é ter reconhecimento, dinheiro e, ao mesmo tempo, mudar de vida e provar a todos que ele é capaz de se destacar na sociedade. Kevin, irmão de Dennis, não queria participar do roubo e do seqüestro, mas obedece o irmão e tenta dissuadí-lo a desistir de tudo, enquanto é tempo. Já Mars não tem escrúpulos e quer apenas participar de uma aventura, causando medo e pânico, custe o que custar. É o mais corrompido de todos.
Com um enredo aparentemente policial, “Refém” vai muito além disso. Em 400 páginas o livro relata um sequestro que ocorreu num período menor que 24 horas. O modo como o autor escreve nos possibilita entrar na mente dos bandidos o tempo todo, descobrindo o que eles estão pensando, o que querem com aquilo e, principalmente, o porquê do seqüestro.
Do outro lado da história, está Jeff Talley, ex-agente e ex-negociador de sequestros da SWAT. Ele também tem sua trajetória permeada por traumas e lembranças que deveriam ser esquecidas.
Ao narrar os conflitos psicológicos das personagens principais, questões morais e éticas surgem a todo instante: até onde um ser humano pode ir em busca de fama e dinheiro? Qual o valor de uma vida? Quais as consequências de um ato impensado? O que é certo e o que é errado?
Questões que serão resolvidas numa trama frenética, com revelações intrigantes e muita adrenalina.
ps: Fernanda também possui um blog, onde postou essa resenha, entre outras. Vai lá:
Atos violentos sempre deixam marcas, muitas vezes eternas.
Mais um assassinato na cidade pode ser comum para os relatórios da polícia, mas pode significar uma grande perda para uma criança de dez anos. Especialmente quando a assassinada fora sua mãe.
É dessa maneira violenta que James Ellroy, um dos grandes escritores policiais da atualidade, vê sua vida desmoronar na infância e passa a viver em rupturas, com diversos problemas para enfrentar a realidade. Seu novo abrigo é o mundo violento da literatura barata, e nos livros dados por seu pai alcoólatra, nos quais descrevia diversos casos violentos da polícia de Los Angeles, muito deles tão chocantes que não eram permitidos de serem transmitidos na televisão.
Um deles em particular chama a atenção do garoto, com então onze anos: Elisabeth Short, encontrada em um terreno baldio com o corpo cortado ao meio. Torturada por dois dias, com marcas de cigarro nos seios, retalhos por todo o corpo e um corte de orelha a orelha. A vítima ganhou o nome de Dália Negra, dado por um repórter, ao saber que ela só trajava preto.
O caso brutal se tornaria um dos maiores eventos da mídia local e transformar-se-ia na obsessão de Ellroy. O crime era como uma substituição da morte de sua mãe. Assim, passou a investigar o caso, pesquisando em bibliotecas tudo o que fosse possível encontrar sobre Elisabeth Short.
Os anos seguintes de sua leitura sobre o crime foram os piores de sua vida. O autor caiu nas drogas, foi preso diversas vezes e descobriu que sua paixão pela narrativa policial e sua obsessão de infância poderiam lhe render boas ideias. Assim, deu início a um texto sobre um assunto em que tinha um vasto conhecimento: A Dália Negra.
O assassinato de Elisabeth Short é o ponto de partida do livro A Dália Negra (Ed. Record, 430 pág.). Situado em uma Los Angeles dos anos 40, pós guerra, repleta de personagens ambíguos e violentos, mulheres fatais e homens corruptos. Ingredientes perfeitos para a composição de um romance noir.
É nesse ambiente hostil que somos apresentados a dois ex-pugilistas, que possuem conflitos com o passado, mas são obrigados a enfrentá-los para resolver esse crime. A narrativa apresenta a visão de um deles, o “Sr. Água” Bucky Bleichert, narrador-personagem essencial para uma trama em que as percepções se alteram em seu decorrer. Na história conhecemos sua amizade com o “Sr. Fogo” Lee Blanchart e a grande obsessão de ambos em resolver um caso, aparentemente, sem solução.
Partir além desse ponto sobre comentários da trama, é revelar intricadas linhas de relações que se estabelecem durante a leitura. E que devem ser descobertas, justamente, no ato. Na grande habilidade de Ellroy em conduzir uma narrativa policial sem perder o fôlego e mantendo bons ganhos de suspense e ação para o leitor.
A nova edição do livro foi lançada com a capa do filme homônimo, dirigido por Brian de Palma, que transformou em pastiche a excelente história do autor. O que também é negativo pelo fato da nova capa perder o belo padrão estético dos livros da Coleção Negra, como as antigas, com as características capas pretas com uma pequena ilustração em detalhe.
A capa original da obra, traz uma breve citação da revista People, “uma obra prima”. É necessário concordar, Dália Negra é um dos grandes livros policiais da literatura contemporânea, pela narrativa bem amarrada, ágil, violenta e arrebatador.
Chega a ser irônico que a morte real e brutal de uma jovem tenha trazido à tona uma excelente ficção, inspirada pelo fascínio de um jovem pela dor e perda da mãe e, também, dedicada a sua memória.
Finalmente temos o resultado da Promoção "Publique sua resenha no blog da Coleção Negra".
Os dois ganhadores foram:Thiago Augusto Corrêa (com uma resenha do livro ' Dália Negra', de James Ellroy') e Fernanda Matos, que escreveu sobre a obra de Robert Crais 'Refém'.
Confira a partir da próxima segunda-feira as resenhas deles postadas aqui no blog.
Ambos ganharão um exemplar do livro 'O medo de Montalbano', do italiano Andrea Camilleri
Fiquem ligados sempre nas nossas promoções no twitter: @colecaonegra