sexta-feira, 15 de abril de 2011

A Síndrome de Copérnico - Lançamento da Editora Bertrand


Na lista dos próximos lançamentos da Editora Bertrand, a Síndrome de Copérnico já tem capa brasileira!


Conservar em seu poder uma verdade que o mundo recusa, mas cuja posse poderia perturbar o futuro da humanidade. Esta certeza tem um nome: A Síndrome de Copérnico. Com mais de um milhão de exemplares vendidos na França, o novo livro de Henri Loevenbruck – autor de O Testamento dos Séculos – dividirá o leitor entre o desejo de avançar o mais rápido até o fim da história e a raiva por ela não ser mais longa.


"Tensão permanente, suspense psíquico, diálogos de um grande mestre. Um thriller impecável." (Virgin)


Leia mais sobre o livro aqui:

: http://colecaonegra.blogspot.com/2011/04/sindrome-de-copernico-de-henri.html


quarta-feira, 13 de abril de 2011

Resenha 'Corrente Sanguínea', por Luka (Que Lê Faz Seu Filme)



A resenha reproduzida abaixo foi retirada do blog Quem Lê Faz Seu Filme. Luka escreveu sobre o livro 'Corrente Sanguínea', de Tess Gerritsen, no dia 10/abril.


"- Não é o inverno que está me expulsando. Posso suportar a escuridão e o frio. O que não dá para aguentar é a sensação de não pertencer ao lugar. De que jamais vou pertencer. - Ela inspirou profundamente e sua raiva de repente se dissipou, deixando apenas uma sensação de cansaço. - Não sei por que achei que isso daria certo. Noah não queria vir pra cá, mas eu o forcei. Agora vejo a estupidez que cometi ...

- Por que você veio Claire? "

Tess Gerritsen pra mim foi amor à primeira vista. Depois de ler O Clube Mefisto, fiquei fascinada pela capacidade da autora escrever thrillers policiais sempre exaltando a medicina e com tramas tão envolventes que é quase impossível largar o livro. Sabe aqueles livros que você diz assim: - Só mais uma página e acaba lendo mais 10 capítulose quando vê já terminou? Tess é assim!
Hoje eu convido vocês para conhecer uma cidadezinha chamada Tranquility no Maine (EUA) que esconde estranhas mortes e surtos psicóticos em seu inverno gelado. O lugar era tão tranquilo que poderia receber um atestado de óbito depois da temporada de turismo. Com seus 910 habitantes e o lago Locust como atração turística, Tranquility quase fazia jus ao nome.

A doutora Claire Elliot muda-se para Tranquility com o filho Noah após a morte do marido. Noah, acalorado pela adolescência, passa por uma fase ruim onde as companhias podem influenciar o seu futuro. Claire vê na pequena Tranquility uma oportunidade de se aproximar do filho e quem sabe viver uma vida mais plena e simples, onde as pessoas não a olhassem como a pobre médica viúva.
A realidade em Tranquility surpreendeu a doutora Elliot. Constantemente comparada ao médico que falecera recentemente e tendo a todo o momento que provar a sua habilidade médica para os recém colegas no hospital, Claire beira a exaustão.

Durante um atendimento domiciliar, Claire percebe que cães brincavam com um osso humano. Imediatamente o chefe de polícia Lincoln Kelly é avisado. Lincoln era um bom chefe. Dedicado e honesto e só era alvo de boatos por conta da ex-mulher alcóolatra que não media esforços para tê-lo de volta como marido.

Ossos antigos, escavações e mais tarde uma coincidência.
Como não bastasse a falta de amigos e a desconfiança profissional, Claire vê um estranho surto de violência acontecer com jovens da cidade. Jovens pacatos que surtam e cometem crimes hediondos.
Exames são feitos e refeitos. Ressonâncias, testes sanguíneos e pistas a levam a lugar nenhum. Aparentemente, nada explica a origem do mal e Claire estreita cada vez mais as suas suspeitas e a sua determinação.

Os moradores mais velhos da cidade sentem um Deja vu, mas nada dizem. Tem certas coisas que quanto menos se fala, menos aparecem, menos se tornam verdade. Seja por conveniência ou apenas por dinheiro.


Claire desperta no chefe Kelly algo semelhante à falta de conformidade. Ele também não consegue acreditar que as mortes estejam relacionadas a algo maligno completamente sem co-relação.
Por conta de suas investigações, Claire acaba sendo alvo da maldade alheia. Seus pacientes eram cada vez um número menor, no hospital ela não era levada a sério e, enquanto isso, adolescentes cometiam atrocidades e depois de alguns dias caiam em arrependimento. Uma doença, uma meningite, uma bactéria? Tinha que haver uma explicação!

E contrariando uma cidade inteira, a verdade começa a aparecer, não antes de Claire tropeçar no amor e o perigo dessa vez, estar dentro da sua própria casa.


O livro em uma palavra: viciante

Como quem lê faz seu filme, você se sente dentro dos seriados Criminal Minds e CSI misturados. Tess Gerritsen te envolve e são tantas pistas que o quebra-cabeças só se forma quase na última página. Não imagine nada previsível porque aqui é nitroglicerina pura.
Os momentos que Claire percebe que não está morta para o amor são descritos lindamente. Esses momentos são um bálsamo em meio a tanta tragédia e ressaltam a capacidade da autora de misturar romance e mortes com maestria.


Preciso confessar que assim como a Nora Roberts é a minha diva no quesito Romances, Tess Gerritsen é a minha diva para Thrillers Policiais Médicos. Adoro cada vez mais !


Ainda ficou alguma dúvida se eu recomendo?

Recomendadíssimo!!!


* Este livro é um romance policial independente e, portanto, não faz parte da série dedicada a Jane Rizzoli e Maura Isles.


Site Oficial da autora: http://www.tessgerritsen.com/

segunda-feira, 11 de abril de 2011

James Ellroy na Revista da Hora - SP

A Revista da Hora, do jornal Agora SP, publicou no dia 10/abril matéria sobre o autor James Ellroy. Confiram aqui (para aumentar, clique na imagem):



Lembrando que o escritor lançará seu livro Sangue Errante pela Editora Record na Flip 2011!

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Lançamento de 'Sangue Errante', de James Ellroy, na Flip 2011

Autor de 'Dália Negra' e 'Los Angeles – Cidade Proibida', ambos com adaptações para o cinema, o autor James Ellroy é presença confirmada na Flip 2011.

Durante a festa literária, Ellroy lançará 'Sangue Errante', pela Editora Record (Coleção Negra).

O livro é o terceiro volume da Trilogia Americana, composta também por 'American Tabloid' e 'The Cold Six Thousand'.


A Flip 2011 acontecerá entre os dias 6 e 10 de julho.


Site oficial de James Ellroy: http://www.ellroy.com/

Site oficial da Flip 2011: http://www.flip.org.br

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Ecos dos Mortos, Johan Theorin


Aos 6 anos, Jens, filho de Julia, desapareceu na forte neblina da ilha de Öland, na Suécia. Hoje, vinte anos depois, o caso permanece sem solução, e Julia não consegue levar adiante sua vida. Quando seu pai recebe pelo correio uma sandalinha do neto desaparecido, Julia volta à ilha e descobre novos fatos que lançarão luz e esperança sobre o antigo caso.


Ecos dos mortos é o primeiro livro do sueco Johan Theorin publicado no Brasil.

Em 2007 foi considerado a Melhor Estreia em Romance de Suspense pela Academia Sueca do Crime e tornou-se best seller em seu país de origem.

Aos 6 anos, Jens, filho de Julia, desapareceu na forte neblina da ilha de Öland, na Suécia. Hoje, vinte anos depois, o caso permanece sem solução, e Julia não consegue levar adiante sua vida. Quando seu pai recebe pelo correio uma sandalinha do neto desaparecido, Julia volta à ilha e descobre novos fatos que lançarão luz e esperança sobre o antigo caso.



Ecos dos mortos é o primeiro livro do sueco Johan Theorin publicado no Brasil.


Em 2007 foi considerado a Melhor Estreia em Romance de Suspense pela Academia Sueca do Crime e tornou-se best seller em seu país de origem.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

A Síndrome de Copérnico, de Henri Loevenbruck


Uma história de fazer durar o prazer até a última gota de tinta

Conservar em seu poder uma verdade que o mundo recusa, mas cuja posse poderia perturbar o futuro da humanidade. Esta certeza tem um nome: A Síndrome de Copérnico (Le Syndrome Copernic). Com mais de um milhão de exemplares vendidos na França, o novo livro de Henri Loevenbruck dividirá o leitor entre o desejo de avançar o mais rápido até o fim da história e a raiva por ela não ser mais longa.

Vigo Ravel tem 36 anos e desenvolveu os sintomas dessa estranha síndrome. Diagnosticado esquizofrênico e amnésico, ele se resignou a aceitar a doença, graças à ajuda de seu psiquiatra e de inúmeros medicamentos. Porém, após o atentado em um importante arranha-céu francês em que ele foi o único sobrevivente, Vigo não tem mais dúvidas: possui um segredo que pode mudar o mundo. E não basta conhecer o segredo, por mais ameaçador que seja. É preciso saber a sua origem.

Delírio ou complô? Decidido a desvendar o mistério que o cerca, Vigo se lança numa busca desenfreada. E certas forças sombrias e poderosas desejam impedi-lo, a qualquer preço, de conseguir. Há segredos que valem todos os sacrifícios. Mesmo aquele da alma.

A Síndrome de Copérnico faz referências à atualidade, à arquitetura dos lugares onde a trama acontece e às tecnologias que constituem o fio condutor do romance. Além de o leitor ficar impressionado com o desenrolar da ação, a introspecção permanente do protagonista está longe de ser cansativa, fazendo com que a leitura proporcione indignação por não se compreender o porquê de como o esquema foi elaborado. Cada elemento do suspense reforça ainda mais o mistério ao invés de dissipá-lo.


“Tensão permanente, suspense psíquico, diálogos de um grande mestre. Um thriller impecável.” (Virgin)

Henri Loevenbruck nasceu em 1972. Jornalista e escritor, é autor de nove romances, de uma antologia de contos fantásticos e de roteiros para o cinema. Traduzido em mais de 13 países, seus livros vão do fantástico aos thrillers de mistério. Estreou no Brasil foi com o sensacional O Testamento dos Séculos. É considerado o mestre do thriller na França.


A Síndrome de Copérnico será lançado pela Editora Bertrand. Em breve divulgaremos a capa brasileira aqui no Coleção Negra!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Resenha 'Ritual', por La Sorcière


A resenha reproduzida abaixo foi retirada do blog www.alelasorciere.com.br. Alexandra escreveu sobre o livro 'Ritual', de Mo Hayder, no dia 25/março.

Pulga Marley, sargento e mergulhadora da polícia de Bristol, encontra na escuridão e profundezas das águas sua paz interior. Mas desta vez, durante um mergulho, encontrou uma coisa muito diferente: uma mão humana decepada.

O investigador inglês Jack Caffery, recém transferido para o Departamento de Investigação de Homicídios, assume o caso e coloca a equipe de Pulga em longas horas extras, mergulhando e procurando outros indícios do psicopata cruel, que aparentemente decepara as mãos da vítima enquanto ela ainda estava viva.

As pistas levam Pulga e Caffery a um submundo habitado por estranhos e antigos rituais de magia negra africana.

Mas Pulga e Caffery possuem seus próprios infernos pessoais... que os atormentam e perseguem durante as investigações. Isso e uma estranha e incômoda atração que surge, e da qual tentam se desviar...

Ritual, de Mo Hayder (Record - 2011) é o melhor livro policial destes primeiros meses de 2011. Sinistro, mórbido, um retrato do mundo cão e da sordidez humana, prendeu minha leitura como até então não havia ainda acontecido este ano. Eu simplesmente não conseguia parar de ler.

Alternando momentos de suspense policial e drama pessoal, o livro é denso e muito perturbador. Pulga e Caffery são personagens atormentados. Pulga usa drogas para tentar se conectar com os pais que morreram (ou usa só porque acha bom usar?) e Caffery transa com prostitutas porque não consegue se relacionar com ninguém, assombrado pelo desaparecimento de seu irmão, morto por um pedófilo e cujo corpo nunca conseguiram encontrar. Desajeitadamente surge uma atração entre os dois, que rende momentos bem explorados na história, mas (não se animem românticas de plantão!) que não tira o foco da investigação e busca pelo assassino que bebe sangue humano.

Ritual é assustador. Pare tudo e vá ler AGORA!