sexta-feira, 18 de março de 2011

Folhas Caídas, de Thomas H. Cook


Folhas Caídas (Red Leaves)

Thomas H. Cook

Tradução de Daniel Argolo Estill


Fotos de família sempre mentem...

Folhas Caídas, primeiro romance de Thomas H. Cook publicado no Brasil, chega com um suspense de tirar o fôlego, além de uma reflexão acerca de problemas familiares aparentemente comuns, mas que todos tentam esconder.

Após o filho adolescente Keith tornar-se o principal suspeito do sequestro da menina Amy Giordano – desaparecida na noite em que o garoto trabalhou como sua babá –, Eric Moore vê a vida se despedaçar em segundos. Dono de uma loja de material fotográfico, de uma casa espaçosa, e com uma família estável numa cidade tranquila, ele não imaginava como esse inesperado crime mudaria sua realidade.

E à medida que a investigação policial se concentra cada vez mais sobre Keith, Eric precisa orientá-lo, contratar um advogado e protegê-lo da crescente suspeita da comunidade. O problema, no entanto, é o fato de ele não estar totalmente convencido da inocência do filho.

O livro, além de apresentar uma trama envolvente, esclarecida somente na última página, mostra como muitas pessoas acabam levando a vida de maneira cômoda sem perceber a tristeza que as cerca. Eric sentia-se feliz no casamento e no trabalho, e bem íntimo do taciturno filho. Quando os problemas surgem, todas as arestas mal-aparadas aparecem e ele percebe quão infeliz era, na verdade.

Folhas Caídas é uma história de quebra de confiança e do esforço heroico de um homem para manter fortes os laços que o ligam ligado a tudo que ele ama.


Thomas H. Cook é autor de dezoito romances e duas obras de não ficção. Foi cinco vezes indicado para o prêmio Edgar Allan Poe, em quatro categorias diferentes. Seu romance The Chatham School Affair venceu na categoria Melhor Romance. O thriller Folhas Caídas será lançado pela Editora Bertrand ainda esse ano.

Em breve divulgaremos a capa brasileira do livro!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Headhunters, de Jo Nesbø


Headhunters nos apresenta o charmoso vilão Roger Brown, um homem que parece ter tudo: é o headhunter mais famoso de Normay, casado com uma bela dona de galeria, mora em uma casa maravilhosa – e vive uma vida maior do que deveria. Enquanto isso, Brown está envolvido no perigoso jogo do roubo de arte.
Na abertura de uma galeria, sua mulher o apresenta ao holandês Clas Greve. Greve não apenas é o candidato perfeito para o cargo de CEO da empresa para a qual Roger Brown está recrutando, mas também está em posse de ”The Calydonian Boar Hunt”, de Peter Paul Rubens, uma das mais procuradas pinturas modernas da história da arte. Roger vê sua chance de se tornar financeiramente independente, e começa a planejar o seu maior golpe. Mas logo ele se vê em apuros - e dessa vez não são problemas financeiros que ameaçam derrubá-lo...
O sinuoso e explosivo enredo leva-nos da elite financeira e industrial da sociedade para um submundo de assassinos de contrato e vigaristas, oferecendo as variações de Nesbø para os assassinatos mais espetaculares, perseguições de carro e fugas que o gênero tem a oferecer pelo caminho.

(http://jonesbo.com/)

Headhunters recebeu em 2008 o norueguês Book Club Prémio de Melhor Novela do Ano e será lançado no Brasil pela Editora Record.


Este ano ficou pronto o filme baseado no livro, com direção de Morten Tyldum. Assista ao trailer abaixo:



segunda-feira, 14 de março de 2011

Escritor James Ellroy confirma participação na Flip


Autor de Dália Negra, o norte-americano James Ellroy confirma participação na Flip

Um dos grandes nomes da literatura policial contemporânea, o norte-americano James Ellroy é o 9º escritor estrangeiro confirmado para a 9ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Com Oswald de Andrade como homenageado, já são presenças garantidas os escritores João Ubaldo Ribeiro, Antonio Tabucchi, Claude Lanzmann, David Remnick, Joe Sacco, Emmanuel Carrère, Andrés Neuman, Valter Hugo Mãe e Pola Oloixarac. Todos estarão reunidos na cidade do Sul Fluminense entre os dias 6 e 10 de julho.

Nascido em 1948, na Califórnia (Estados Unidos), James Ellroy é autor dos romances, que originaram filmes homônimos, Dália Negra e Los Angeles – Cidade Proibida, ambos publicados no Brasil pela editora Record. Na Flip, também pela Record, Ellroy irá lançar Sangue Errante – título que conclui a trilogia do submundo americano. Os outros dois livros da coleção, Tablóide Americano e 6 Mil em Espécie, serão relançados, em versão de bolso, também para a Flip.

Mais informações no site da Flip: www.flip.org.br

Informações para imprensa:

A4 Comunicação – (11) 3897.4122

Teresa Ribeiro – teresaribeiro@a4com.com.br

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Tannöd, de Andrea Maria Schenkel - Dia 21/01 nas Livrarias


A partir do dia 21/01 estará nas livrarias Tannöd, mais um thriller aterrorizante da Record. Em 2009 o livro virou filme e o título em inglês já mostra o que vem pela frente: Murder Farm.


“A menina atravessa o corredor comprido entre os cochos. Ela hesita. Para. Chama novamente pela mãe, pela avó. Desta vez, um pouco mais alto. Fica sem resposta de novo.

No curral, vê os animais acorrentados às argolas de ferro na barra dos cochos. Os corpanzis das vacas movem-se com tranquilidade. Nada além de um lampião de querosene ilumina o curral.


No final do corredor que segue por entre os cochos, Marianne vê a porta para o celeiro aberta.

Vai ver a mãe está no celeiro. Mais uma vez chama por ela, mas continua sem resposta.

Ela segue pelo corredor até o celeiro. Na soleira, hesita de novo. Nenhum ruído vindo da escuridão chega até ela. Respirando fundo, Marianne entra.”

Quer ver o trailer do filme? Acesse: http://www.youtube.com/watch?v=AbFdKUjLM54&feature=related


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A Estrela do Diabo, de Jo Nesbo


Um assassino em série desafia Harry Hole no livro A Estrela do Diabo, que será lançado em 2011 pela Ed. Record.

Ainda tentando fugir de seus demônios provocados pelo álcool, e obcecado pela busca por provas contra um policial claramente culpado, a contragosto, Hole aceita ajudar na investigação do assassinato de uma mulher.

O dedo da morta foi encontrado decepado e um diamante vermelho pairava sobre uma de suas pálpebras.

Mais cadáveres foram encontrados, e, em todos eles, o assassino deixou idênticos diamantes de cinco pontas em cada cena do crime (daí o motivo do título da obra ser ‘A Estrela do Diabo’).

Numa primeira instância, os crimes são considerados aleatórios para a polícia, mas, rapidamente o detetive Hole descobre um padrão sinistro que se repete em cada uma das mortes.

Em ‘A Estrela do Diabo’ Nesbo brilhantemente nos remete à tópicos de seus romances anteriores, entre eles a relação tumultuada que mantém com sua amante Rakel. Mesmo com esses flashbacks o autor jamais perde o ritmo intenso da nova narrativa.

Apesar de seus defeitos- ou melhor dizendo- por causa deles Hole é considerado um dos mais brilhantes personagens da ficção policial dos dias de hoje.

Imperdível. Assim que obtivermos mais informações a respeito da edição brasileira informaremos aqui no blog e também no nosso twitter!

Acima, a capa americana do livro.

Abraços, Galera!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Dublê de Corpo


Em 'Dublê de Corpo', acompanhamos a perita médica de Boston Dra.Maura Isles no bizarro encontro com seu duplo: ela fica aturdida a se descobrir idêntica a uma mulher que acaba de ser assassinada.

Como patologista em uma grande cidade, a Dra. Maura lida com a morte todos os dias. E está habituada com uma parcela diária de corpos, muitos vítimas de assassinatos violentos. Mas nunca antes ela ficou tão assustada, e nunca a expressão “clone” soou tão terrivelmente próxima. Por que nunca antes o corpo inerte na mesa da perita médica foi o seu próprio.

Não há como negar a evidência perturbadora diante de seus olhos chocados e os de seus colegas, incluindo a detetive Jane Rizzoli. A mulher encontrada morta em frente à casa de Maura é idêntica à doutora, até os mais íntimos detalhes. Ainda mais apavorante é a descoberta de que compartilham a mesma data de nascimento e tipo sanguíneo. Para a atônita Maura, filha única, só pode haver uma explicação. E quando o teste de DNA confirma que a misteriosa sósia de Maura é, em verdade, sua irmã gêmea, uma investigação de homicídio já bizarra torna-se uma perigosa e perturbadora excursão em um passado repleto de segredos.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O Jardim de Ossos, de Tess Gerritsen


Boston, 1830. Para pagar seus estudos, Norris Marshall, um estudante de medicina talentoso, mas sem recursos financeiros, integra as fileiras dos “ressurreicionistas” — saqueadores de tumbas que negociam cadáveres no mercado negro. Contudo, até mesmo esse mórbido comércio parece insignificante diante do corpo mutilado de uma enfermeira encontrado no terreno do hospital universitário.

Quando um médico conceituado sofre o mesmo destino, Norris descobre que seu ganha-pão ilícito o transformou no principal suspeito dos crimes.
Para provar sua inocência, o estudante precisa encontrar a única testemunha que viu o assassino: Rose Connolly, uma bela costureira dos cortiços de Boston.

Ao lado do sarcástico e inteligente jovem Oliver Wendell Holmes, Norris e Rose vasculham a cidade em busca de um maníaco que aguarda a próxima oportunidade para matar.
Massachusetts, dias atuais. Julia Hamill fez uma descoberta terrível em sua nova casa no interior: um crânio enterrado no jardim. Humano, feminino e, de acordo com a patologista Maura Isle, com traços inconfundíveis de um homicídio. Quem quer que tenha sido ou o que tenha acontecido com aquela mulher, é algo perdido no passado.

Com suspense incansável e uma perfeita reconstituição de época, O jardim de ossos intercala habilmente a história de protagonistas dos séculos XIX e XXI, desvendando os mistérios obscuros através do tempo e do espaço. Forte, sangrento e brilhante, confirma o talento primoroso de Tess Gerritsen
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